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EXÍLIO
(Helena Kolody)
Que saudade, meu Deus, que implacável saudade
De integrar-me, outra vez, em Tua eternidade!
Inquieta, a alma cintila,
Qual pássaro de fogo
Em cárcere de argila.
Quer ser, de novo, um ponto inponderável
Em teu perfeito circulo de luz
Há Deus na poesia
como há milagres
Há Deus
como há saudades
Adeus, entrego minha poesia


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