EXÍLIO
(Helena Kolody)

Que saudade, meu Deus, que implacável saudade
De integrar-me, outra vez, em Tua eternidade!

Inquieta, a alma cintila,
Qual pássaro de fogo
Em cárcere de argila.

Quer ser, de novo, um ponto inponderável
Em teu perfeito circulo de luz

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