saga
que me sangra
um sangue
que me sagra

o poeta não tem honra em sua terra
e o soldado não tem sombra em uma guerra
o poeta só acerta quando erra
e ao soldado só é dado
errar o caminho de casa
para nunca mais voltar
a ser o mesmo ser humano

Um longo sorriso
e um andar trôpego mas feliz

Trafego pelos mesmos caminhos
dos seres mais belos da existência
em minhas crises existenciais

Dois poemas na versão online da Revista Continuum do Instituto Itaú Cultural http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2720&cd_materia=1430

efeito dominó
domínio
sem

Confira algumas ilustrações do meu livro O PÓeSUAS POeSIAS…

http://www.flickr.com/photos/pedrohamdan/

resultado da bolsa de criação literária da FUNARTE/2009

ainda sem editora

abraço

Pensaventos
balançaram a minha cabeça
tive uma tarde de árvore no descampado
tive um Agosto de Campos

o inseto cava
sua própria perna
o som da dor

Escorregar os dedos
pelo mar dos cabelos
e pelos corais corados da pele
até que a tempestade do pensamento
se acalme em um sono
gostoso e profundo

Bons poetas cultivam o bigode

Helvio Henrique de Campos é formado em História, funcionário público e poeta (pura pretensão), residente na fria Guarapuava no Estado do Paraná. Ama e é amado por Emilie, sua linda esposa e resolveu publicar suas idéias poéticas...

Premiado com a bolsa Funarte de criação literária/2009.

Comentários

helviocampos em
ovictorpereira em
Paulo em
Neusa Maria de Azeve… em à Emilie
Julio em Revista Continnum

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