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À notícia de revoltas e de dignações descontentes, escrevo meu parecer sobre os bancos. Banco é uma categoria volúvel em significação, variando de suporte do cansado e da bosta do passarinho à extorsão velada de até a última gota de suor da humanidade. Urge poupar os primeiros e desatar o nó que nos ata a esta bravata, que financia a compra do nosso terno de madeira, à sua maneira, e carrega a nossa dívida para a túmulo com tapinhas de sarcasmo em nossas costas, que se comove e chora reiteradamente a impossibilidade de lucrar ainda mais, enquanto vê a possibilidade logo ali, chorando seus mortos. Banca a liberdade que o homem tem de lucrar, desde que seja ele, o homem, e exalta a liberdade que os outros têm de serem escravos dele, nomeando “escravo” também, com outras significâncias como: funcionário, cliente ou amigo, ou mesmo, chamando aquele lugar, de nossa casa. Nos sentimos desconfortáveis em nossa casa como nos sentimos lá?

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Bons poetas cultivam o bigode

Helvio Henrique de Campos é formado em História, funcionário público e poeta (pura pretensão), residente na fria Guarapuava no Estado do Paraná. Ama e é amado por Emilie, sua linda esposa e resolveu publicar suas idéias poéticas...

Premiado com a bolsa Funarte de criação literária/2009.

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helviocampos em
ovictorpereira em
Paulo em
Neusa Maria de Azeve… em à Emilie
Julio em Revista Continnum

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